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Pousada Picinguaba

Arte e Design em Picinguaba e Catuçaba: "Brasilidade"

Em nossos hotéis, Pousada Picingaba e Fazenda Catuçaba você sentirá em cada detalhe toda a harmonia existente entre o Hotel, a cultura, a história e a região, entrelaçados tornando-se uma só unidade.

Nosso objetivo é representar o Brasil nas suas diversas formas.

Em Picinguaba, a casa principal tem origem colonial e pode-se notar a decoração com origem na arte popular brasileira por meio de grandes nomes reconhecidos da arte popular contemporânea e artistas descobertos pelos proprietários do hotel Filipa e Emmanuel em viagens a diversos países e mas que fazem a diferença no ambiente, além de peças escolhidas com a colaboração de mais de 10 anos de Roberto Rugiero, da Galeria Brasiliana de São Paulo.

Nos quartos e salas de estar, há belas pinturas: Alcides Pereira (Bahia), Sergio Vidal (Rio de Janeiro), Nilson Pimenta (Escola de Cuiabá) ou Romero de Andrade Lima (Pernambuco).

Bageco grande mestre do trabalho em ferro cujo ateliê fica na região de Tiradentes, tornou-se nosso um amigo de longa data e é representado por várias peças monumentais, uma delas se localizada no jardim, uma obra que une branca a folhas de metal que corre contra árvores reais da floresta e também uma enorme gaiola de porta aberta, um símbolo de liberdade, onde diversas espécies de macacos e pássaros coloridos da floresta visitam pelas manhãs para  comer frutas. Bageco também fez para a área interna arandelas de flores de bananeira, desenhados em colaboração com Filipa Rengade exclusivamente para os hotéis.

Esta é a pureza, magia e cordialidade do Brasil, que oferece uma atmosfera onde a beleza e delicadeza contribuem para um verdadeiro sentimento de estar em casa. A paisagem intocada que se revela na frente das janelas, uma visão do paraíso com vista para a sala de jantar verdadeira uma síntese de igrejas barrocas de Minas Gerais. Esses pequenos detalhes de decoração como animais talhados em madeira são a marca da arte popular no Brasil.

Na antessala da suíte temos a obra “Casal de Recém Casados” de Resendio (Alagoas). Algumas belas peças de origem indígena da região do Xingu também complementam esta composição eclética. Uma delas é um banco em forma de pássaro com duas cabeças, símbolo da espiritualidade e evocação (o pássaro de duas cabeças da dialética nativa voar mais alto do que outras aves), que derivou a aldeia indígena de Kuikuro no Xingu (tribo Calapalos), onde Emmanuel viveu há muitos anos.

O mobiliário também é uma mistura de "Casase cultura do Brasil" entre peças cuidadosamente selecionadas com origem entre 1950-1980 além de mobílias desenhadas sob medida por artesãos de madeira (incluindo peroba rosa e jacarandá baiano) adquiridos em Minas Gerais.

Dispomos também de movéis criados por Sergio Rodrigues, que podem ser encontrados em vários pontos dos hotéis, além de cadeiras de Lucio Costa, o arquiteto responsável, pela construção de Brasília juntamente com Oscar Niemeyer. Na suíte temos uma cadeira de Martin Eisler, na sala uma mesa e cadeiras de Zanine Caldas, um grande mestre da madeira e na Casa Verde uma belíssima sala de jantar assinada por Joaquim Terneiro, reconhecido como um dos mais importantes designers brasileiros da década de 40.

Na decoração, a Fazenda Catuçaba reflete verdadeiramente seu espírito..

As salas são relativamente simples, mas com muito charme e sofisticação. A recepção se dá por uma pequena porta de madeira, depois de simbolicamente atravessar um rio para finalmente chegar ao Casarão pelo porão, onde foi a senzala dos escravos desta fazenda que conserva em cada detalhe sua história.

A atmosfera ganha calor e logo você se sente imediatamente em casa. O estilo é o de uma casa de família, onde os tempos estão sutilmente misturados. Enquanto o cultivo do café na fazenda é lembrado de forma permanente, a decoração refinada e sempre elegante demonstra preferência pela idade de ouro do design brasileiro, entre 1940 e 1950, com a presença de móveis de Jacarandá do designer Giuseppe Scapinelli.

A fronteira entre a arte, o artesanato, a fotografia, a cultura local e a cultura moderna é voluntariamente dissolvido, e representado com impressionantes retratos em preto e branco dos moradores da Vila de Catuçaba por meio da exposição permanente da artista fotógrafa Fernanda Preto. Estes belos retratos representam os ancestrais da Fazenda Catuçaba, originários dos franceses, colonizadores da região.

Um leopardo de madeira feito pelos índios dos Mehinaku da Amazônia além de outras peças de Sergio Rodrigues também fazem parte de nosso acervo.

Catuçaba é também um lugar de residência artística. Nos últimos anos fotógrafos talentosos como: Fernanda Preto, Bruno Jorge, Pasha Radetsky desenharam e criaram algumas peças que estão distribuídas por toda a propriedade, fazendo assim a Fazenda Catuçaba um local que podemos respirar cultura e arte e todos os ambientes, tanto internos quanto ao ar livre.